Olhares da Bia
Dedico este blog à minha família que tem muitas estórias para contar: estórias da vida, estórias tristes, estórias engraçadas, estórias de criança... E todas fazem parte da nossa vida.
domingo, 27 de dezembro de 2015
Feliz 2016!!
O blog Olhares da Bia em parceria com o Portal da Terceira Idade deseja a todos um ótimo final de ano!! E um FELIZ 2016!! Com muita paz e harmonia e que todos realizem seus sonhos !!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
A BAILARINA QUE NÃO
SABIA O QUE DANÇAR
Bailarina,
bailarino... Existem muitos tipos de bailarinas: bailarinas de dança do ventre,
bailarinas de ballet, bailarinas de dança de salão e muitos outros tipos. Mas,
a estória que vou contar é diferente.
Era uma vez uma
menina de oito anos que se chama Lia. Ela era uma menina delicada e inteligente,
igual ao irmão Jorge, que gostava muito de incentivar a fazer todas as coisas
que ela gostava.
Lia estava muito bem
na escola, tirava dez em quase todas as matérias, mas ela tinha um problema –
Lia adorava dançar, mas não sabia o que dançar.
Sua mãe queria coloca-la
em uma aula de dança que ela gostasse, mas ela não se decidia, não sabia qual
dança era boa para ela.
Então Jorge teve a
ideia de levar Lia em três tipos de aula de dança para ver em qual ela iria se
sentir melhor. Então foi na primeira aula, - a aula de dança do ventre, mas Lia
não conseguiu dançar, ela era muito dura. Foi para a segunda aula, a dança de
salão, mais uma vez sem sucesso. Na terceira aula, o ballet, Lia finalmente
conseguiu, foi ótimo, ela dançou a aula inteira. Até que enfim Lia descobriu do
que gostava, então sua mãe a colocou na aula de ballet.
Ela continuou
dançando ballet até crescer, e se tornou uma ótima professora. Abriu uma escola
de dança com sua prima Bia que era dançarina de dança do ventre, e deu tudo
certo.
Então descobriram o talento
da pequena bailarina que não sabia o que dançar e assim ela se transformou em
uma boa dançarina de ballet. Todos têm talentos, e, como em todos os contos de
fadas, todos viveram felizes para sempre: o pai, a mãe, o filho, a filha, e ah,
a prima também.
A IMAGINAÇÃO DE IGOR
Era uma vez um menino
que adorava imaginar coisas. Essa criança que vivia no mundo da lua se chamava
Igor, - um menino de dez anos forte e inteligente que nunca tinha andado de
avião na vida.
Um dia sua mãe lhe
disse:
- Filho, nós vamos
viajar de avião hoje ao meio dia para visitar a sua tia nos Estados Unidos, ela
está com muitas saudades.
E Igor já imaginando
como seria a viagem, respondeu com um grande sorriso:
- Sim! Claro mamãe,
vamos!
Chegando ao aeroporto,
ele imaginou que entrou em uma Ferrari e começou a corer dentro do aeroporto.
Depois de alguns
minutos, um homem entrou em uma loja que ficava no aeroporto e roubou uma joia
muito rara.
Quando ele estava
saindo da loja, Igor trombou nele e o
homem caiu. A joia foi ao chão, e logo os seguranças vieram e prenderam o
sujeito, declarando o Igor um herói e um garoto de muita sorte.
Apesar de ter sido muito
perigoso, Igor se sentiu mesmo um super-herói e ficou muito feliz. Nem em seus
mais loucos sonhos pensou que isso poderia acontecer um dia.
Por isso faça como
Igor, solte a criança que existe em você e aproveite sua infância, de novo.
MENINA PEQUENA
Era uma vez uma
menina bem pequena, do tamanho de uma folha de roseira, que se chamava Sarah.
Ela era bem travessa e sapeca, vivia passeando, nunca ficava em casa e adorava
doces, principalmente pirulito.
Um dia Sarah estava
andando por um jardim e achou uma casa que as cortinas eram de fios de
chocolate.
Muito gulosa, ela foi
correndo comer a cortina. Quando abriu a boca para dar a primeira mordida na
cortina viu que a casa era muito grande, e dentro os móveis eram de chocolate,
até o papel de parede.
Ela ficou doidinha para comer tudo aquilo, quando viu
uma multidão de pequenas formigas que moravam lá.
Com muito medo,
pensou: “Ai! Será que estas formigas têm dentes afiados e comem meninas
indefesas ou comem só chocolate mesmo?”
Foi quando ouviu uma
voz bem fininha ao seu lado dizendo assim:
- Olá, bem vinda à
casa das formigas viúvas, quer participar? Entra no clube, é legal, até eu faço
parte dele. E aí, você quer ou não?
Sarah ficou assustada
quando viu a formiga e disse:
- Há! Pensei que
vocês fossem monstrinhos que comem meninas como eu, nunca vi uma formiga igual a
você! Bom, quero ir sim, mas só para dar uma olhada e ver como é.
Chegando lá, ela viu
muitas maravilhas, mas os quartos e a cozinha eram uma bagunça total. Quando
viu isto, Sarah ficou assustada de tanta confusão e aprendeu uma grande coisa:
não há nada melhor que a nossa casa.
VOCÊ QUE MATOU O
PEIXE?
Era uma vez um menino
bem "sapequinha" chamado Diego. Aprontava desde os quatro anos de idade, e as
ideias malucas dele nunca davam errado, então ficava numa boa, qualquer coisa
que acontecia ninguém ficava sabendo que era ele, só ficavam tentando achar
quem era, mas nunca descobriam.
Um belo dia sua mãe
lhe perguntou:
- Filho, vamos ao pesqueiro,
heim?
- Sim mãe, vamos! –
disse o menino já com uma ideia na cabeça.
E assim foram,
chegando lá pegaram duas varas de pescar, uma para a sua mãe e outra para o
pai, sentaram nos bancos e esperaram um peixe fisgar.
Passaram-se trinta
minutos e Diego não aguentava mais esperar. Colocou então seu plano em prática:
sem ninguém ver, escondeu-se atrás de uma árvore, pegou algumas pedrinhas e
começou a jogar na água para assustar os peixes, assim seu pai e sua mãe iriam
embora logo.
Quando as pedrinhas
acabaram, foi buscar mais e aproveitou para assustar mais os peixes. Começou a
mexer na água e um grande peixe viu sua mão pensando ser comida e NHAAAAAC – mordeu o dedo dele.
Diego sentiu tanta
dor que pulou e caiu dentro da água. Sua mãe sem saber quem era ficou
desesperada e o socorreu. Quando percebeu que era o menino, disse brava:
- Há! Você que
apronta todas, não é? Estou de olho em você!
E o santo diabinho aprendeu
uma lição: não se pode aprontar. E os peixes, eles ficaram bem, exceto um que
morreu de verdade, de susto, quando Diego caiu na água.
O MELÃO
Era uma vez uma
menina que se chamava Jaqueline. Ela adorava pular corda e também gostava muito
de comer melão. Um dia sua mãe foi ao mercado e perguntou à Jaqueline:
- Filha, sobrou um
dinheirinho para você escolher alguma coisa=, que tal comprar um chocolate?
A filha, já olhando
para um grande melão, disse:
- Não, eu quero o
maior melão que tem aqui no mercado! Quero aquele ali! – e apontou para a fruta
bem grande em uma das prateleiras do mercado.
A mãe pegou o melão, pagou
tudo e foi embora. Chegando a casa, a menina pegou uma faca sem ponta e sem
mais nem menos começou a comer o melão. Depois sua irmã Cristina convidou-a
para pular corda e Jaqueline com a barriga "cheinha" de melão, aceitou.
Passaram-se dez
minutos, mais dez minutos, e de repente quando estava pulando corda, Jaqueline começou
a sentir uma coisa estranha na barriga, mas deixou quieto e continuou a
brincar.
Depois parou a brincadeira e foi descansar um
pouco. Começou a aumentar a sensação ruim e ela rapidamente entrou em casa e
falou para a sua mãe. A mãe da menina ligou para o médico, e ele deu um remédio
ruim para ela tomar.
Jaqueline nunca mais
brincou de pular ou correr antes de fazer a digestão, ela aprendeu uma grande
lição, e você?
UM MENINO TRAVESSO
Em uma pequena
fazenda existia um menino que se chamava José. Ele era um menino muito sapeca
que aprontava muitas.
Um dia seu pai lhe deu de presente um cabritinho bem pequenininho cujos chifres já estavam para nascer. José começou a querer treinar o animal, todos os dias acordava bem cedo e ia treinar o cabrito, até que um dia seu pai e sua mãe viram e falaram:
- Filho, não treine o cabrito a dar chifrada, não. Quando ele crescer, pode te machucar e você vai parar no hospital.
E o sapeca continuava e todo dia fazia a mesma coisa, acordava e ia lá treinar o cabrito a dar chifrada.
Quando o cabrito cresceu, seus chifres já estavam grandes e fortes até demais e não tinha esquecido como dar chifradas não. Quando José estava de costas com o cabrito, sem saber de nada ele deu uma grande chifrada no menino.
José foi parar no hospital como seus pais disseram que ia acontecer, e o corte foi um pouco grave, ele ficou dois dias de repouso, e aprendeu uma lição: não se pode ser tão teimoso.
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